PSQ Portas e Janelas de Correr de Alumínio

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PSQ disponibiliza novo relatório de sistemas homologados

O Programa Setorial de Qualidade de Portas e Janelas de Correr de Alumínio divulga ao mercado o novo relatório de sistemas homologados. Esclarecemos que a homologação de sistemas é um processo perene. Portanto, à medida que novos sistemas de perfis forem homologados, novos relatórios internos ao Programa serão emitidos.

Para acessar o relatório completo, clique aqui.

MDR lança cartilhas com melhores práticas para o setor da construção civil

O Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H) é uma ferramenta do Governo Federal que, há 20 anos, busca garantir dois pontos cruciais no contexto da habitação de interesse social: qualidade, com obras seguras e duráveis; e produtividade, a partir da sua modernização do setor da construção civil. Para isso, é necessário o engajamento de todos os públicos envolvidos no processo: construtores, projetistas, fornecedores, fabricantes de materiais, bem como os próprios consumidores.

O PBQP-H se propõe a gerar um ambiente de isonomia competitiva. Para isso, conta com a participação ativa dos segmentos da cadeia produtiva, agregando esforços na busca de soluções com maior qualidade e menor custo para redução do déficit habitacional no país.

Uma das principais críticas do setor, porém, era a falta de comunicação do programa. Diante desse desafio, o MDR elaborou e atualizou documentos explicativos e criou um site exclusivo. Esse esforço pretende não apenas ampliar a divulgação, mas trazer mais empresas para esse ambiente de certificação. Atualmente, 1.894 construtoras estão certificadas e a meta é chegar em 3 mil.

Neste sentido, o MDR elaborou três cartilhas explicativas, específicas para fabricantesconsumidores e construtoras, que detalham os sistemas e os caminhos para consulta e adesão, de maneira a dar ainda mais visibilidade à normatização e incentivar a adesão de mais agentes.

O MDR também está elaborando uma nova logomarca para o programa, de forma a contemplar todo o habitat urbano e não só as unidades habitacionais, já que o PBQP-H inclui também construtoras de outras áreas, como saneamento e pavimentação. O lançamento oficial tanto das cartilhas quanto da nova marca ocorrerá durante reunião do Comitê Nacional de Desenvolvimento Tecnológico da Habitação (CTECH), no dia 7 de dezembro.

O Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat

O PBQP-H é um instrumento de indução, construído sobre uma série de ações que buscam fortalecer todos os elos da cadeia produtiva por meio de três sistemas de adesão voluntária:

  • SiAC (Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil), que fornece certificação de sistemas de gestão da qualidade de construtoras.
  • SiMaC (Sistema de Qualificação de Empresas de Materiais, Componentes e Sistemas Construtivos), que monitora conformidade na fabricação, importação e distribuição de materiais, componentes e sistemas construtivos utilizados na construção civil.
  • SiNAT (Sistema Nacional de Avaliação Técnica de Produtos Inovadores e Sistemas Convencionais), que avalia tecnologias inovadoras e de sistemas convencionais na construção civil.

Embora o programa tenha como alvo o benefício dos moradores das unidades habitacionais e a expansão das obras do Governo Federal, as empresas também tem muito a ganhar. Primeiramente, pelo poder de compra. Em todas as portarias emitidas aos bancos financiadores, a adesão ao programa é exigida. Além disso, ao se envolverem, as empresas também passam a melhorar sistematicamente seus processos e a qualidade dos produtos, levando a um ganho de produtividade e maior faturamento.

Os agentes do setor são um dos grandes parceiros do programa e os que têm papel decisivo no objetivo principal do PBQP-H, já que estão diretamente envolvidos na construção das moradias, levando qualidade e conforto para os usuários. E para ajudar a conquistar essa meta, as empresas atuam de três formas, a depender da sua oferta de serviço:

  • Construtoras: aderindo ao SiAC e implementando o sistema de gestão da qualidade.
  • Fabricantes, importadores e distribuidores de materiais, componentes e sistemas construtivos: participando de um Programa Setorial de Qualidade (PSQ) do SiMaC e tendo seus produtos ensaiados para verificação da conformidade em relação às normas técnicas brasileiras.
  • Proponente de produto inovador: trazendo sua inovação para o Sinat para que, após a avaliação de uma Instituição Técnica Avaliadora – ITA, possa ser utilizada com total segurança nas obras.

Além das empresas, as instituições parceiras são fundamentais para o aperfeiçoamento do programa. Sejam agentes financiadores e de fomento, de fiscalização, auditoria, órgãos do governo, entidades representativas ou a academia, todos contribuem com propostas para que as normas e regimentos sejam cumpridos, contemplando também as necessidades dos elos da cadeia.

Por fim, os próprios consumidores. Sejam construtores, lojistas ou consumidores finais, o simples ato de dar preferência pela comercialização ou compra de um material em conformidade fortalece todas as ações do PBQP-H.

Posicionamento oficial ABAL e AFEAL sobre o PSQ de Portas e Janelas de Correr de Alumínio

 

A AFEAL- Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio e a ABAL – Associação Brasileira do Alumínio vêm, por meio desta carta, apresentar esclarecimentos ao setor de esquadrias sobre a devida importância do Programa Setorial de Qualidade de Portas e Janelas de Correr de Alumínio, capitaneado pela AFEAL, tendo a ABAL como associação apoiadora e a TESIS como entidade gestora técnica.

 

Com o objetivo de enfraquecer o referido programa, circulam por meio de e-mails, informações divulgando inverdade.

 

Visando evitar interpretações errôneas decorrentes de informações equivocadas, apresentamos a seguir os principais esclarecimentos referentes ao PSQ.

 

O PBQP-H, em função de reorganizações do Governo Federal, não está mais sob a égide do Ministério das Cidades, mas sim do Ministério de Desenvolvimento Regional. Esse fato não afeta o PSQ, que permanece intacto, funcionando bem e com mais de 20 programas em plena atividade.

 

O PSQ representa uma iniciativa consolidada no mercado há algumas décadas, tendo como principais atores: o Governo Federal; órgãos de financiamento; construtoras; fornecedores de insumos etc. Veja no link que está funcionando normalmente.

 

O PSQ não é apenas um laudo técnico. O PSQ é uma iniciativa do setor da construção para melhorar a qualidade, bem como um instrumento de regulação do mercado. Representa uma ferramenta completa de controle da qualidade, com o objetivo de garantir que:

  • O “sistema construtivo/produto” seja fabricado em conformidade com as normas técnicas vigentes;
  • O “sistema construtivo/produto” fabricado em conformidade com as normas técnicas seja o mesmo que aquele a ser entregue na obra ou no varejo.

 

Por se tratar de um “programa completo de qualidade”, os fornecedores qualificados pelo PSQ são preferencialmente reconhecidos pelo mercado, pois se tornam referências de qualidade e de boas práticas. O PSQ orienta os fornecedores sobre quais critérios observar para acompanharem as demandas e a evolução do mercado da construção.

 

Para as construtoras, os PSQs promovem ganhos expressivos de produtividade, visto que permitem maior controle do desempenho potencial dos insumos aplicados nas obras.

 

Para os usuários (consumidores finais), o PSQ representa a garantia de maior segurança, qualidade e habitabilidade das edificações.

 

Os PSQs desfavorecem fornecedores não qualificados, por isso eles incomodam tanto as empresas que fazem não conformidade sistêmica. A Caixa, por exemplo, é uma das entidades que exigem o laudo de conformidade do PSQ para obras por ela financiadas. Veja destaque do código de práticas da Caixa Econômica Federal:

 

 

 

Circulam também informações infundadas sobre a atuação do INMETRO. Vale destacar que os novos caminhos do INMETRO apontam os PSQs como sendo seus grandes aliados. A AFEAL e a ABAL têm participado ativamente de ações em parceria com o INMETRO, inclusive da Análise Preliminar do Impacto Regulatório de Esquadrias, que culminou no novo modelo regulatório da entidade, que considera a ação de entidades setoriais e programas como o PSQ fundamentais para a nova forma de atuação da entidade. Clique aqui e conheça.

 

O PSQ trabalha para que todas as empresas do setor se organizem dentro um modelo vencedor e em linha com o padrão das boas práticas mundiais, visando fundamentalmente a garantia da segurança e da qualidade.

É inadmissível que julguem o programa como “oneroso e obscuro”, uma vez que SEMPRE houve abertura da entidade gestora do PSQ para atender a todos os fabricantes interessados na qualidade, a fim de dirimir todas as dúvidas, incluindo as questões relacionadas aos custos e à periodicidade dos ensaios técnicos, estritamente focados no desempenho e conforme as exigências normativas.

 

Importante salientar que o PSQ segue um modelo estruturado para garantia da qualidade, modelo este aplicado em diversos outros setores que já se beneficiam de seus ganhos, sobretudo para os usuários (consumidor final).

 

O PSQ não é a única forma de cumprir as normas técnicas 10821 e 15575, porém é uma maneira inteligente que facilita o caminho do fabricante e que garante a qualidade ao consumidor final. A sua intenção é estimular a qualificação das empresas e promover um ambiente de isonomia competitiva, combater não conformidades sistêmicas na fabricação dos materiais, componentes e sistemas construtivos.

 

Para finalizar, afirmamos que continuaremos trabalhando para combater a não conformidade, com um programa setorial sério, que tem a chancela do Governo Federal e a possibilidade de organizar o setor de esquadrias de alumínio para que retome seu prestígio junto ao consumidor. Quem não tem compromisso com produtos de qualidade, certamente permanecerá incomodado.

 

Para produzir com qualidade e saber mais sobre esse importante trabalho, conte com a AFEAL e a ABAL.

 

Atenciosamente,

 

Alberto Cordeiro, presidente da AFEAL

Milton Rego, presidente executivo da ABAL

 

 

 

 

 

 

 

 

AFEAL e ABAL recebem Inmetro para apresentação de novo modelo regulatório

Gustavo Kuster, diretor de avaliação de conformidade do Inmetro, focou na importância da parceria com as entidades setoriais para as regras transversais e o monitoramento do mercado

Na tarde da última quinta-feira, 27 de junho, a AFEAL e a ABAL receberam os executivos do Inmetro para a apresentação do novo modelo regulatório, que deverá entrar em vigor nos próximos meses e que valoriza o papel do setor produtivo na regulamentação do mercado. Gustavo Kuster, diretor de avaliação de conformidade do Inmetro, valorizou a atuação das entidades de classe como parceiras para um modelo mais eficiente e capaz de oferecer ao mercado produtos efetivamente seguros. Já em agosto, o Inmetro deverá lançar o road map de todo o novo sistema.

Kuster iniciou sua apresentação explicando como surgiu a ideia de promover as alterações no modelo atual. “Passamos por uma mudança de gestão no Inmetro e temos a questão técnica sendo muito valorizada neste momento. Questionamos: o modelo atual está mesmo gerando os benefícios que deveria? Elaboramos um documento de 176 páginas com um estudo. Hoje, são necessários 7 anos para elaborar um regulamento, o que é feito produto a produto, a um custo de R$ 910 mil reais”.  Ou seja, o modelo que vem sendo adotado é custoso, não é eficiente e não garante que os produtos certificados atenderão as necessidades dos consumidores”.

 

A parceria com as entidades de classe

O novo modelo será baseado em regras gerais e transversais. “As transversais vão endereçar uma série de normas. Com base nisso, não é necessária nem a certificação, nem o registro. Teremos a portaria da fiscalização e a de sanção, com critérios. Vamos então precisar monitorar o mercado, aí contamos com a parceria da Afeal e ABAL, através do PSQ de Portas e Janelas de Correr de Alumínio”.

Hoje, o Inmetro audita as Entidades Gestoras Técnicas e o Laboratórios que trabalham no PBQP-H. “No novo modelo, nossa intenção é de que os PSQs sejam valorizados. O setor se conhece melhor que ninguém, ele pode implementar ações para garantir a conformidade dos produtos. Teremos regras de como os programas setoriais serão reconhecidos por nós. Esse modelo deixa de ser paternalista e passa a ser uma parceira entre Estado e inciativa privada”.

O selo do Inmetro

“O selo hoje virou uma commodity. O consumidor vê um produto que custa 100 e outro 120, se os dois têm o selo do Inmetro, ele acha que os dois são iguais e isso não é necessariamente verdade. Nossa preocupação principal é criar um sistema de QR Code integrado, com uma série de informações que efetivamente agreguem valor. Precisamos estabelecer padrões mínimos que gerem concorrência honesta, num mercado seguro”. “O selo foi importante em uma época em que a marca INMETRO não era muito conhecida, o que não é mais o caso. Nosso objetivo é reduzir drasticamente a quantidade de produtos certificados, e, consequentemente, aqueles que continuarão ostentando o selo. Os fabricantes devem assumir a responsabilidade pela qualidade dos produtos que colocam no mercado brasileiro”.

Vale destacar que o INMETRO não publicará uma regulamentação específica para esquadrias.

Novo modelo bem recebido

Para o presidente da AFEAL Alberto Cordeiro, a reunião foi muito positiva. “Esta é uma grande oportunidade para realmente buscarmos a isonomia competitiva do nosso setor. Nosso setor já dispõe de uma norma técnica que avalia o desempenho das esquadrias – a NBR 10.821. Além disso, a NBR 15575, a Norma de Desempenho que foi exaustivamente discutida e que justamente vem nessa linha. Podemos colaborar muito com o novo modelo do Inmetro. Este novo posicionamento do INMETRO vem ao encontro do que já estamos praticando através do PSQ no âmbito do PBQP-H implementado pelo Ministério de Desenvolvimento Regional (que incorporou o Ministério das Cidades).

A AFEAL e o PSQ estão totalmente alinhados com o novo modelo e à disposição para toda a colaboração que for necessária”, afirma.

Milton Rego, presidente da ABAL também se mostrou otimista com o posicionamento do Inmetro. “Em relação ao ambiente regulatório, percebo um posicionamento muito mais moderno, para que a gente possa conversar com outros países e ter um mercado de esquadrias e janelas muito mais isonômico, transparente e com qualidade”, disse.

Para Antônio Antunes, vice-presidente de Qualidade da AFEAL, o novo modelo do Inmetro mostra como o mercado está apontando para um sistema responsável e autorregulado. “Vemos como o modelo está bem em sintonia com nosso trabalho no âmbito do nosso Programa Setorial de Qualidade. Isso mostra que estamos no caminho certo. Por isso, convoco novamente todos os nossos associados e parceiros para que participem do programa, isso é fundamental para o nosso setor e o mercado está mostrando isso dia a dia”, finaliza.

Você pode assistir à apresentação completa no Youtube da AFEAL e ainda a vídeos curtos com perguntas e respostas sobre o novo modelo. Clique aqui.

Acesse aqui o conteúdo da apresentação.