PSQ Portas e Janelas de Correr de Alumínio

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Relatório número 6 já está no ar!

Já está no ar no site do Ministério das Cidades o novo relatório setorial do Programa Setorial de Portas e Janelas de Correr de Alumínio. O documento apresenta as empresas participantes do programa e também a lista com os nomes das empresas em não conformidade com as normas técnicas.

O relatório do PSQ é uma ferramenta essencial para que as construtoras, a indústria, o varejo e o consumidor conheçam quem produz esquadrias alvo do programa dentro de norma. Agora, o documento apresenta também uma lista com as empresas não conformes. Os relatórios são trimestrais e trazem novidades a cada publicação.

Os produtos avaliados pelo PSQ são as janelas de correr em alumínio com duas folhas de vidro, as janelas de correr com três folhas com veneziana e as janelas de correr com duas folhas de vidro e persiana integrada, as três tipologias com dimensões máximas equivalentes a 1,2 m x 1,5 m. As esquadrias de correr correspondem a 58% do mercado organizado de esquadrias.

Entre os testes aplicados, estão o de estanqueidade à água, resistência a cargas distribuídas, verificação da resistência ao esforço horizontal, verificação de resistência à flexão da esquadria, comportamento sob ações repetidas de abertura e fechamento, índice de redução sonora ponderado. São também avaliados a anodização, pintura, roldanas, fechos, parafusos, gaxetas e escovas.

O PSQ de Portas e Janelas de Correr de Alumínio integra toda a cadeia produtiva de esquadrias, desde a extrusora, sistemista, fabricante de esquadrias e fabricante de componentes, de maneira inteligente e eficaz.

Clique aqui para baixar!

 

Posicionamento oficial ABAL e AFEAL sobre o PSQ de Portas e Janelas de Correr de Alumínio

 

A AFEAL- Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio e a ABAL – Associação Brasileira do Alumínio vêm, por meio desta carta, apresentar esclarecimentos ao setor de esquadrias sobre a devida importância do Programa Setorial de Qualidade de Portas e Janelas de Correr de Alumínio, capitaneado pela AFEAL, tendo a ABAL como associação apoiadora e a TESIS como entidade gestora técnica.

 

Com o objetivo de enfraquecer o referido programa, circulam por meio de e-mails, informações divulgando inverdade.

 

Visando evitar interpretações errôneas decorrentes de informações equivocadas, apresentamos a seguir os principais esclarecimentos referentes ao PSQ.

 

O PBQP-H, em função de reorganizações do Governo Federal, não está mais sob a égide do Ministério das Cidades, mas sim do Ministério de Desenvolvimento Regional. Esse fato não afeta o PSQ, que permanece intacto, funcionando bem e com mais de 20 programas em plena atividade.

 

O PSQ representa uma iniciativa consolidada no mercado há algumas décadas, tendo como principais atores: o Governo Federal; órgãos de financiamento; construtoras; fornecedores de insumos etc. Veja no link que está funcionando normalmente.

 

O PSQ não é apenas um laudo técnico. O PSQ é uma iniciativa do setor da construção para melhorar a qualidade, bem como um instrumento de regulação do mercado. Representa uma ferramenta completa de controle da qualidade, com o objetivo de garantir que:

  • O “sistema construtivo/produto” seja fabricado em conformidade com as normas técnicas vigentes;
  • O “sistema construtivo/produto” fabricado em conformidade com as normas técnicas seja o mesmo que aquele a ser entregue na obra ou no varejo.

 

Por se tratar de um “programa completo de qualidade”, os fornecedores qualificados pelo PSQ são preferencialmente reconhecidos pelo mercado, pois se tornam referências de qualidade e de boas práticas. O PSQ orienta os fornecedores sobre quais critérios observar para acompanharem as demandas e a evolução do mercado da construção.

 

Para as construtoras, os PSQs promovem ganhos expressivos de produtividade, visto que permitem maior controle do desempenho potencial dos insumos aplicados nas obras.

 

Para os usuários (consumidores finais), o PSQ representa a garantia de maior segurança, qualidade e habitabilidade das edificações.

 

Os PSQs desfavorecem fornecedores não qualificados, por isso eles incomodam tanto as empresas que fazem não conformidade sistêmica. A Caixa, por exemplo, é uma das entidades que exigem o laudo de conformidade do PSQ para obras por ela financiadas. Veja destaque do código de práticas da Caixa Econômica Federal:

 

 

 

Circulam também informações infundadas sobre a atuação do INMETRO. Vale destacar que os novos caminhos do INMETRO apontam os PSQs como sendo seus grandes aliados. A AFEAL e a ABAL têm participado ativamente de ações em parceria com o INMETRO, inclusive da Análise Preliminar do Impacto Regulatório de Esquadrias, que culminou no novo modelo regulatório da entidade, que considera a ação de entidades setoriais e programas como o PSQ fundamentais para a nova forma de atuação da entidade. Clique aqui e conheça.

 

O PSQ trabalha para que todas as empresas do setor se organizem dentro um modelo vencedor e em linha com o padrão das boas práticas mundiais, visando fundamentalmente a garantia da segurança e da qualidade.

É inadmissível que julguem o programa como “oneroso e obscuro”, uma vez que SEMPRE houve abertura da entidade gestora do PSQ para atender a todos os fabricantes interessados na qualidade, a fim de dirimir todas as dúvidas, incluindo as questões relacionadas aos custos e à periodicidade dos ensaios técnicos, estritamente focados no desempenho e conforme as exigências normativas.

 

Importante salientar que o PSQ segue um modelo estruturado para garantia da qualidade, modelo este aplicado em diversos outros setores que já se beneficiam de seus ganhos, sobretudo para os usuários (consumidor final).

 

O PSQ não é a única forma de cumprir as normas técnicas 10821 e 15575, porém é uma maneira inteligente que facilita o caminho do fabricante e que garante a qualidade ao consumidor final. A sua intenção é estimular a qualificação das empresas e promover um ambiente de isonomia competitiva, combater não conformidades sistêmicas na fabricação dos materiais, componentes e sistemas construtivos.

 

Para finalizar, afirmamos que continuaremos trabalhando para combater a não conformidade, com um programa setorial sério, que tem a chancela do Governo Federal e a possibilidade de organizar o setor de esquadrias de alumínio para que retome seu prestígio junto ao consumidor. Quem não tem compromisso com produtos de qualidade, certamente permanecerá incomodado.

 

Para produzir com qualidade e saber mais sobre esse importante trabalho, conte com a AFEAL e a ABAL.

 

Atenciosamente,

 

Alberto Cordeiro, presidente da AFEAL

Milton Rego, presidente executivo da ABAL

 

 

 

 

 

 

 

 

Sétimo relatório de Sistemas Homologados

O Programa Setorial da Qualidade acaba de publicar o sétimo relatório dos sistemas homologados. O documento apresenta os produtos avaliados, a normalização adotada, o processo de homologação dos sistemas e os sistemas já homologados pelo PSQ.

 Foram avaliadas a qualidade e resistência mecânica dos perfis utilizados, o tratamento de superfície dos perfis, a qualidade e vida útil de projeto dos componentes e também foi determinado o desempenho potencial dos sistemas de perfil no processo. Foram homologados os sistemas para as esquadrias-alvo do PSQ com base nos resultados obtidos os ensaios dos perfis, selantes e demais componentes, do confronto de suas partes e da montagem da janela com os projetos, além dos ensaios de desempenhos com janelas construídas a partir dos sistemas. Para estas avaliações, foram utilizadas a normas técnicas ABNT NBR 10.821 – Esquadrias para Edificações e NBR 15.575 (“Norma de Desempenho”).

Toda vez que o programa tiver novos sistemas homologados, a lista será atualizada.

Clique aqui para ler o relatório completo!

 

AFEAL e ABAL recebem Inmetro para apresentação de novo modelo regulatório

Gustavo Kuster, diretor de avaliação de conformidade do Inmetro, focou na importância da parceria com as entidades setoriais para as regras transversais e o monitoramento do mercado

Na tarde da última quinta-feira, 27 de junho, a AFEAL e a ABAL receberam os executivos do Inmetro para a apresentação do novo modelo regulatório, que deverá entrar em vigor nos próximos meses e que valoriza o papel do setor produtivo na regulamentação do mercado. Gustavo Kuster, diretor de avaliação de conformidade do Inmetro, valorizou a atuação das entidades de classe como parceiras para um modelo mais eficiente e capaz de oferecer ao mercado produtos efetivamente seguros. Já em agosto, o Inmetro deverá lançar o road map de todo o novo sistema.

Kuster iniciou sua apresentação explicando como surgiu a ideia de promover as alterações no modelo atual. “Passamos por uma mudança de gestão no Inmetro e temos a questão técnica sendo muito valorizada neste momento. Questionamos: o modelo atual está mesmo gerando os benefícios que deveria? Elaboramos um documento de 176 páginas com um estudo. Hoje, são necessários 7 anos para elaborar um regulamento, o que é feito produto a produto, a um custo de R$ 910 mil reais”.  Ou seja, o modelo que vem sendo adotado é custoso, não é eficiente e não garante que os produtos certificados atenderão as necessidades dos consumidores”.

 

A parceria com as entidades de classe

O novo modelo será baseado em regras gerais e transversais. “As transversais vão endereçar uma série de normas. Com base nisso, não é necessária nem a certificação, nem o registro. Teremos a portaria da fiscalização e a de sanção, com critérios. Vamos então precisar monitorar o mercado, aí contamos com a parceria da Afeal e ABAL, através do PSQ de Portas e Janelas de Correr de Alumínio”.

Hoje, o Inmetro audita as Entidades Gestoras Técnicas e o Laboratórios que trabalham no PBQP-H. “No novo modelo, nossa intenção é de que os PSQs sejam valorizados. O setor se conhece melhor que ninguém, ele pode implementar ações para garantir a conformidade dos produtos. Teremos regras de como os programas setoriais serão reconhecidos por nós. Esse modelo deixa de ser paternalista e passa a ser uma parceira entre Estado e inciativa privada”.

O selo do Inmetro

“O selo hoje virou uma commodity. O consumidor vê um produto que custa 100 e outro 120, se os dois têm o selo do Inmetro, ele acha que os dois são iguais e isso não é necessariamente verdade. Nossa preocupação principal é criar um sistema de QR Code integrado, com uma série de informações que efetivamente agreguem valor. Precisamos estabelecer padrões mínimos que gerem concorrência honesta, num mercado seguro”. “O selo foi importante em uma época em que a marca INMETRO não era muito conhecida, o que não é mais o caso. Nosso objetivo é reduzir drasticamente a quantidade de produtos certificados, e, consequentemente, aqueles que continuarão ostentando o selo. Os fabricantes devem assumir a responsabilidade pela qualidade dos produtos que colocam no mercado brasileiro”.

Vale destacar que o INMETRO não publicará uma regulamentação específica para esquadrias.

Novo modelo bem recebido

Para o presidente da AFEAL Alberto Cordeiro, a reunião foi muito positiva. “Esta é uma grande oportunidade para realmente buscarmos a isonomia competitiva do nosso setor. Nosso setor já dispõe de uma norma técnica que avalia o desempenho das esquadrias – a NBR 10.821. Além disso, a NBR 15575, a Norma de Desempenho que foi exaustivamente discutida e que justamente vem nessa linha. Podemos colaborar muito com o novo modelo do Inmetro. Este novo posicionamento do INMETRO vem ao encontro do que já estamos praticando através do PSQ no âmbito do PBQP-H implementado pelo Ministério de Desenvolvimento Regional (que incorporou o Ministério das Cidades).

A AFEAL e o PSQ estão totalmente alinhados com o novo modelo e à disposição para toda a colaboração que for necessária”, afirma.

Milton Rego, presidente da ABAL também se mostrou otimista com o posicionamento do Inmetro. “Em relação ao ambiente regulatório, percebo um posicionamento muito mais moderno, para que a gente possa conversar com outros países e ter um mercado de esquadrias e janelas muito mais isonômico, transparente e com qualidade”, disse.

Para Antônio Antunes, vice-presidente de Qualidade da AFEAL, o novo modelo do Inmetro mostra como o mercado está apontando para um sistema responsável e autorregulado. “Vemos como o modelo está bem em sintonia com nosso trabalho no âmbito do nosso Programa Setorial de Qualidade. Isso mostra que estamos no caminho certo. Por isso, convoco novamente todos os nossos associados e parceiros para que participem do programa, isso é fundamental para o nosso setor e o mercado está mostrando isso dia a dia”, finaliza.

Você pode assistir à apresentação completa no Youtube da AFEAL e ainda a vídeos curtos com perguntas e respostas sobre o novo modelo. Clique aqui.

Acesse aqui o conteúdo da apresentação.

COMUNICADO

Com a era digital, há um excesso de conteúdos circulando e, em virtude deste dinamismo, podem haver distorções. Neste sentido, a AFEAL toma a iniciativa de reforçar nossa posição em relação à regulamentação técnica de esquadrias conduzida pelo INMETRO.

A AFEAL destaca a seguir a coerência em suas ações ao longo do tempo, no Estudo de Análise de Impacto de Esquadrias

Em nosso ofício de 19/06/18 defendemos que:

“…as ações a serem desenvolvidas pelo INMETRO devem estar alinhadas com aquelas implementadas pelo Ministério das Cidades, através do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQPH)” (Ver anexo 01)

“…a elaboração de um Regulamento Técnico não é necessária, mas pode ser feita, desde que especifique todos os requisitos especificados na norma ABNT 10.821-2:2017e incorpore ensaios que avaliem a durabilidade das esquadrias fabricadas com as diversas matérias primas. Atualmente, a NBR 10821-2 especifica requisitos para a avaliação da durabilidade apenas para esquadrias de alumínio e PVC.” (Ver anexo 01)

Ao definir pela publicação de um Regulamento Técnico sem avaliação da conformidade o INMETRO vai ao encontro de nosso entendimento.

E mais…

A AFEAL se manifestou favoravelmente à assinatura de Termos de Compromisso a serem estabelecidos entre o INMETRO e as associações setoriais, com o objetivo de monitoramento do mercado de esquadrias.

“Achamos esta proposta bastante adequada para a melhoria da qualidade das esquadrias, ainda mais, porque o próprio INMETRO destacou que terá dificuldades em fiscalizar a conformidade das esquadrias;” (Ver anexo 01)

Neste sentido, o INMETRO na página 114 do documento “Análise Preliminar do Impacto Regulatório de Esquadrias” cita que:

“Em relação ao risco mais alto para a Regulamentação Técnica (sem AC) – a fiscalização técnica – a resposta sugerida é a mitigação por meio de parcerias com outras entidades para custeio dos ensaios, nos moldes do que é realizado atualmente no Programa de Verificação da Conformidade. Os próprios PSQ são candidatos à realização dessa parceria assim como outras entidades setoriais. Evidentemente qualquer parceria depende da vontade de colaborar desses agentes.” (Ver anexo 02)

Ou seja, novamente o INMETRO recomenda uma ação que vai ao encontro do posicionamento defendido pela AFEAL.

Em novo ofício encaminhado ao INMETRO, em 11/12/18, a AFEAL posicionou-se que:

“…a recomendação da adoção da Regulamentação Técnica sem avaliação da Conformidade Compulsória de Esquadrias, proposta no item 9 do documento Análise de Impacto Regulatório Preliminar para Esquadrias – AIR, datado de 26 de outubro de 2018, é a única alternativa efetiva, de menor risco e economicamente viável de implementação dentre as estudadas pela equipe técnica do INMETRO.” (Ver anexo 03)

Ainda…

“A AFEAL e ABAL comprometem-se a incorporar o Regulamento Técnico à documentação base do PSQ – Programa Setorial da Qualidade de Portas e Janelas de Correr de Alumínio, do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat – PBQP-H, no qual o INMETRO participa ativamente.” (Ver anexo 03)

“Além disso, a AFEAL e a ABAL, Entidades mantenedoras do PSQ, apoiarão o INMETRO na Fiscalização Técnica mencionada na página 114 do documento “Análise do Impacto Regulatório de Esquadrias.” (Ver anexo 03)

A íntegra do ofício foi publicada em “Comentários gerais sobre a AIR para Esquadrias” no site do Inmetro. (Ver anexo 04)

E no comunicado ao mercado sobre a Regulamentação das Esquadrias pelo INMETRO, em fevereiro de 2019, a AFEAL informou:

“A decisão do INMETRO vem ao encontro da proposta da AFEAL para que o Governo Federal não implemente um programa paralelo aos Programas Setoriais da Qualidade desenvolvidos no âmbito do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat – PBQP-H”. (Ver anexo 05)

“A publicação do Regulamento Técnico de Esquadrias por parte do INMETRO fortalecerá o combate a não conformidade conduzido pela AFEAL através do Programa Setorial da Qualidade. Vale salientar que a AFEAL já se dispôs a apoiar o INMETRO na fiscalização técnica das esquadrias de alumínio;”. (Ver anexo 05)

Finalizando, mais uma vez defendemos que o Regulamento Técnico deve considerar todos os requisitos técnicos especificados nas normas técnicas ABNT NBR 10821 e NBR 15575. Isso é fundamental para que as esquadrias possam ter não só a resistência mecânica necessária, mas também o desempenho que propicie a habitabilidade das moradias brasileiras (estanqueidade à água, isolação sonora, durabilidade). Inclusive, para que estes requisitos sejam alcançados e possam ser verificados, salientamos que todas as esquadrias devem ser fornecidas ao consumidor final já com vidro.

As ações da AFEAL junto ao Inmetro só vêm fortalecer o Programa Setorial da Qualidade de Portas e Janelas de Correr de Alumínio. Entendemos que a parceria através do Termo de Compromisso entre o INMETRO e AFEAL será um importante mecanismo para alcançarmos a organização do setorial e combater a não conformidade, trazendo inúmeros benefícios à sociedade.