A adesão do fabricante multi-sistemas ao PSQ já pode ser efetivada!

E o nome da sua empresa já pode estar na próxima lista do Ministério das Cidades, que será divulgada nas próximas semanas, ao lado das empresas qualificadas que trabalham com sistemas próprios, uma vez que já temos sistemistas homologados pelo programa!

A modalidade multi sistemas foi criada para os fabricantes de esquadrias que, para cada obra, oferecem portas e janelas utilizando um sistema específico. Portanto, não fornecem sistematicamente esquadrias fabricadas a partir das mesmas linhas de perfis.

Para obras distintas, eles podem fornecer portas e janelas fabricadas com sistemas diferentes, que podem ser de mais de um sistemista homologado pelo programa.

Alguns detalhes são importantes:
– O nome da sua empresa já estará na lista do PSQ de junho como fabricante multi-sistemas!
– Os ensaios serão realizados especificamente para cada obra contratada.
– Você terá a oportunidade de acessar novos clientes que já estão procurando empresas qualificadas. Temos diversas construtoras que procuraram pela AFEAL em busca de empresas com o nome na lista do PSQ. Vocês terão acesso a essas informações.

Entre em contato conosco para saber os detalhes e as vantagens dessa adesão: 11 3221-7144.

Juntos somos mais fortes!

 

Entidade reconhecida pelo Governo Federal para coordenar ações do PSQ se encontra com outras gerências de programas setoriais e do SiMaC

A AFEAL esteve reunida no último dia 30 de novembro, na sede do Ministério das Cidades, em Brasília, com a coordenadoria geral do PBQP-H e com as gerências de PSQs – Progralas setoriais de Qualidade de diversos segmentos e do SiMaC – Sistema de Qualificação de Empresas de Materiais, Componentes e Sistemas Construtivos para o alinhamento de conceitos e atribuições no âmbito do sistema de qualidade.

A reunião foi capitaneada por Maria Salette Weber, coordenadora geral do PBQP-H e teve como representantes da AFEAL Alberto Cordeiro, vice-presidente de Programas de Qualidade da entidade e Fernando Rosa, gerente nacional do PSQ de Portas e Janelas de Correr de Alumínio.

Também estiveram presentes ao evento outras entidades representativas de PSQs de outros segmentos, como ABCP, ABILAJE, BINCOM, ABINT, ABRAESP, ABRAFATI, AFAP, ANFACER, ANICER, ASFAMAS, ASPEC-PVC, DRYWALL, IABr, IBÁ e SINAPROCIM.

A reunião abordou os objetivos, estrutura, regimento, atribuições e competências das partes envolvidas. Entre os esclarecimentos, Maria Salete explicou que o Fórum dos Gerentes de Programas Setoriais da Qualidade é um ambiente consultivo que congrega todos os gerentes dos PSQs, objetivando tratar de temas de relevância comum para o aprimoramento do desenvolvimento dos programas, sob a ótica das entidades setoriais nacionais mantenedoras dos PSQs.

“A Entidade Setorial Mantenedora de Programa deve caracterizar-se por sua atuação em abrangência nacional e o PSQ deve contar com a participação de empresas, associadas ou não à entidade do setor produtivo, que representem um porcentual da produção nacional do produto-alvo maior que 50%”, disse. Neste contexto, a AFEAL é devidamente reconhecida por sua representatividade para estar à frente do programa.

“É muito importante sabermos que não estamos sozinhos nesta luta”, disse Alberto Cordeiro. “Vários outros segmentos da indústria de materiais de construção estão comprometidos com a qualidade. Hoje temos 25 PSQs monitorando 4500 produtos e 1100 marcas de mais de 450 fabricantes de todo o País. É fundamental termos conhecimento da amplitude do trabalho em que estamos envolvidos”, afirmou.

 

Entenda o sistema

Maria Salette apresentou o principal objetivo do PBQP-H, definido pelo PPA 2016-2019, que é elevar os patamares da qualidade da construção civil, por meio da criação e implementação de mecanismos de modernização tecnológica e gerencial, incluindo conceitos e metas de sustentabilidade, contribuindo para ampliar o acesso à moradia
digna para a população de menor renda.

O programa cria mecanismos para a avaliação da conformidade de Sistemas de Gestão da Qualidade de empresas construtoras (por meio do SiAC), o combate à não conformidade às normas técnicas na fabricação de materiais, componentes e sistemas construtivos (por meio do SiMaC) e a avaliação técnica por desempenho de produtos inovadores e de sistemas convencionais (por meio do SiNAT).

Neste cenário, o PSQ entra como uma iniciativa de adesão voluntária, que deve ser implementado por Entidades Nacionais que representem percentual expressivo da produção nacional. Os PSQs são abertos à participação de qualquer empresa nacional ou estrangeira. O documento referencial de avaliação da conformidade é a norma técnica brasileira e o Regimento Geral do SiMaC.

Os produtos-alvo devem estar em conformidade, independentemente do local de produção e comercialização. As avaliações da conformidade dos produtos são realizadas por Entidade Gestora Técnica (EGT) escolhida pela Entidade Setorial, acreditada pelo INMETRO e credenciada pela Coordenação Geral do PBQP-H. Os programas são financiados integralmente pelo setor privado.

O propósito final é “elevar e manter em 90%, o percentual médio de conformidade com as normas técnicas dos produtos que compõem a cesta de materiais de construção.”

 

Este ano, a ABAL – Associação Brasileira do Alumínio firmou uma parceria com a AFEAL como coparticipante do PSQ, com a proposta de integrar toda a cadeia produtiva em normas e serviços. Clique aqui, para saber como foi esse encontro.

Tivemos uma grande novidade no mês de junho! O Ministério da Cidades, através do PBQP-H – Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat oficializou o PSQ de Portas de Janelas de Correr de Alumínio, com a AFEAL como mantenedora do programa.

 

A AFEAL apresentou aos fabricantes de componentes para esquadrias de alumínio, o Programa de Qualidade Setorial – PSQ aprovado pelo PBQP- H do Ministério das Cidades, que foi muito bem recebido.

A importância do cumprimento das normas técnicas e da organização setorial ficou ainda mais clara em setembro, quando duas empresas fabricantes de esquadrias de alumínio foram indiciadas por fabricação e comercialização de esquadrias em desconformidade com a NBR  nº 10821-2:2011. Saiba aqui, como a AFEAL está atuando em casos como este.

Na tarefa da organização setorial, a AFEAL promoveu um encontro no mês de novembro com fabricantes de esquadrias de aluminio. Além da atualização sobre o status do programa com o início da homologação dos sistemas e a entrada de extrusoras e sistemistas, o documento “Os 7 passos para a valorização do fabricante de esquadrias de alumínio” foi amplamente discutido.

O ano de 2017 foi de muito trabalho, organização e principalmente de comprometimento com a organização setorial. É muito importante a participação de todo o setor nesta missão que 2018 reserva!

 

Estamos juntos!

Time AFEAL.

Encontro aconteceu na manhã da última terça, 14 de novembro, e reuniu 22 fabricantes de esquadrias no auditório da AFEAL

A AFEAL realizou no último dia 14 de novembro sua reunião plenária para fabricantes de esquadrias associados, que teve como principal objetivo esclarecer sobre o andamento do Programa Setorial de Qualidade de Portas e Janelas de Correr de Alumínio, que já está trabalhando a pleno vapor.

O evento, que contou com o auditório lotado, teve início com o pronunciamento de Fernando Rosa, gerente geral da AFEAL e também gerente do PSQ. “Vocês terão agora acesso a informações exclusivas sobre como as coisas estão caminhando nesta primeira fase do programa. Temos recebido demandas de muitas empresas querendo participar, isso sem mencionar as solicitações das construtoras, que procuram por fabricantes qualificados”, afirmou.

 

O presidente da AFEAL Antônio Antunes deu sequência à apresentação, explicando sobre a importância do PSQ dentro de um amplo contexto de organização setorial, com o objetivo de integrar toda a cadeia produtiva do setor. “Estamos onde estamos por nossa causa. Muita gente não entende, principalmente quem está longe. No entanto, não temos outro caminho. E quem entra nessa com a gente, queremos que esteja ao nosso lado. Queremos discutir juntos, pois não somos os donos da verdade. E não precisamos ter volume, queremos ter é qualidade, queremos gente comprometida”, disse.

Antunes comentou sobre os “7 passos para a valorização do fabricante de esquadrias de alumínio”, documento muito discutido e que vem sendo amplamente divulgado pela associação. Os sete passos incluem o atendimento às normas técnicas, a apresentação da proposta técnico-comercial, a formalidade da empresa, o combate à propaganda enganosa, a inclusão da figura do responsável técnico do projeto, a participação no PSQ e ser um associado da AFEAL. O eBook com todo o conteúdo pode ser baixado neste link.

Cordeiro: ‘Qualidade é vetor essencial da organização setorial’

Após o presidente, Alberto Cordeiro, vice-presidente de programas de qualidade da AFEAL fez sua explanação e esclareceu sobre como a qualidade é o vetor essencial da organização setorial. “Tomamos como exemplo o setor de tintas. Em

2001, quando o PSQ deles se iniciou, eram apenas 6 empresas participantes e 50% de amostras não conformes. Em 2016, 15 anos depois, o programa agrega 48 participantes e apenas 2% das amostras não conformes. Este é um importante retrato de como o programa é essencial para regrar o segmento. Precisamos nivelar nosso setor por cima”, disse.

 

Cordeiro também citou outras ações da entidade para a valorização do fabricante e organização setorial, como a comunicação, iniciativas relacionadas à educação, como os cursos promovidos junto ao SENAI, o programa de qualificação de consultores, a criação dos núcleos regionais, entre outras iniciativas.

A manhã se encerrou com a apresentação de Jairo Cukierman, sócio-diretor da TESIS, empresa gestora técnica do programa, que apresentou as etapas do programa, os testes envolvidos e os detalhes de todo o processo. “Já estamos a todo vapor trabalhando com os sistemistas e fabricantes com sistema próprio que já aderiram ao programa.

Cukierman contou sobre como o programa também se estende para as empresas para fornecem sistemas específicos para cada obra ou que não têm como seu principal produto os produtos-alvo do programa. “Temos uma forma de adesão que se chama ‘atrelada’, em que o fabricante pode estar no programa e ensaiar seus produtos-alvo por obra, desde que o sistema utilizado já tenha sido homologado. Neste caso, o fabricante não será uma empresa qualificada junto ao PSQ, mas estrará vinculado ao Programa e demonstrará seu compromisso com o processo produtivo de qualidade.”, disse.

 

Jairo Cukierman explica sobre os participantes “atrelados”

Ao final, os fabricantes presentes puderam tirar suas dúvidas e entender como o programa funciona para cada uma de suas empresas. Diversos deles já se comprometeram de imediato com a adesão ao PSQ e assumiram o compromisso de exercer um papel ativo na organização setorial.

 

Esquadrias de alumínio: uma série de etapas está envolvida em sua produção. A grande novidade do PSQ de Portas e Janelas de Correr de Alumínio é conseguir fazer com que toda a cadeia produtiva do alumínio se envolva pela qualidade. E quais são os protagonistas deste processo?

As empresas extrusoras (1) produzem perfis  específicos para a fabricação de portas e janelas de correr.

Os sistemistas (2) desenvolvem soluções através de um conjunto de perfis de alumínio e componentes gerando tipologias de portas e janelas de correr.

Os fabricantes de componentes (3) desenvolvem componentes para as tipologias de portas e janelas de correr. Entre eles: elementos de fixação, guarnições, roldanas, fechos e escovas.

Os beneficiadores de perfis (4) são responsáveis pelo acabamento de superfície dos perfis de alumínio (processos de pintura e anodização) que compõem as tipologias de portas e janelas de correr.

Os fabricantes de esquadrias  (5) produzem portas e janelas de correr, integrando todos os componentes e atendendo os requisitos de desempenho estabelecidos nas normas técnicas vigentes.

Os clientes (6) são representados pelo consumidor final, revendas e construtoras.

É a primeira vez que participam no PSQ não apenas os fabricantes de esquadrias, mas também sistemistas, extrusores, beneficiadores de superfície (anodização e/ou pintura) e fabricantes de componentes (roldanas, fechos, parafusos, gaxetas e escovas).

A conformidade dos fabricantes de componentes para esquadrias será verificada em auditorias trimestrais e inadvertidas nas dependências destes fornecedores.

Já a conformidade dos perfis de alumínio e a qualidade do tratamento de superfície serão verificadas a partir de amostras coletadas nas unidades fabris dos fabricantes de esquadrias de alumínio – locais em que também serão coletadas amostras para os ensaios laboratoriais das esquadrias.

A avaliação dos fabricantes de componentes permitirá o acesso aos fabricantes de esquadrias participantes do Programa Setorial da Qualidade à relação de quais fornecedores dispõem de componentes que possibilitarão a fabricação de esquadrias de alumínio com durabilidade e em conformidade às normas técnicas de referência do PSQ.

É importante lembrar que apenas os fabricantes de esquadrias de alumínio (produtos-alvo do PSQ) serão divulgados nos Relatórios Setoriais e no site do PBQPH.

O Programa Setorial de Qualidade de Portas e Janelas de Correr – PSQ – certamente tem um peso muito grande no cenário do alumínio. Além de ter a AFEAL como capitã do projeto, desta vez a ABAL – Associação Brasileira do Alumínio, une-se como coparticipante do PSQ, envolvendo toda a cadeia produtiva de maneira decisiva na busca pela qualidade. Então vamos falar um pouco sobre estas duas importantes entidades.

Você conhece bem a AFEAL? A Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio, mantenedora do PSQ, conta atualmente com 190 associados. Entre eles, estão 126 fabricantes de esquadrias de alumínio.

Ela está presente em 16 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Possui 8 núcleos regionais nos estados de Bahia, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiânia, Espírito Santo, Pernambuco e Ceará.

A ABAL trouxe mais peso ao PSQ, pois congrega as empresas responsáveis por 100% da produção brasileira de alumínio primário, desenvolvedores de sistemas (“sistemistas”), fabricantes de perfis de alumínio (“extrusores”) e empresas responsáveis pelo tratamento de superfície dos perfis (anodização e/ou pintura). Estas empresas representam, aproximadamente, 80% do consumo brasileiro de alumínio.

Um estudo recente realizado pela AFEAL para o mapeamento e dimensionamento do mercado organizado de portas e janelas de alumínio apontou que, em 2016, o segmento de esquadrias entre vãos teve volume de produção de 38,8 mil toneladas. Entende-se por mercado organizado aquele abastecido por empresas legalmente constituídas e que utilizam sistemas para a fabricação das portas e janelas. Estes sistemas podem ser próprios ou de mercado (quando fornecidos por “empresas sistemistas” para diversos fabricantes de esquadrias).

Neste universo, as janelas de correr correspondem a 22,4 mil toneladas, significando 58% do mercado organizado. Isso demonstra a relevância do PSQ Programa Setorial da Qualidade de Portas e Janelas de Correr de Alumínio. Os associados da AFEAL são responsáveis pela produção de 12,5 mil toneladas de janelas de correr. Isso representa 56% do mercado organizado destes produtos. Esses dados são muito importantes para o PSQ.

A representatividade das entidades que lideram o PSQ de Portas e Janelas de Correr de Alumínio é inegável.

Produto-alvo: todo PSQ – Programa Setorial de Qualidade avalia produtos-alvo capazes de elevar de maneira sistemática todo o sistema produtivo do segmento ao qual está relacionado. No caso do segmento das esquadrias de alumínio, isto não é diferente. A escolha do produto-alvo para o programa foi feita de maneira cuidadosa e inteligente.

O setor de esquadrias abrange um amplo leque de tipologias de portas e janelas, segundo a ABNT NBR 10821:2017 – Esquadrias externas para edificações.

O fato é que todas as portas e janelas de alumínio devem apresentar características técnicas adequadas, independente do produto-alvo. Elas devem garantir as condições de habitabilidade dentro da unidade habitacional. São elas: estanqueidade à água, a resistência e a permeabilidade ao vento, a resistência aos esforços decorrentes do manuseio, a isolação sonora, e apresentar durabilidade.

E qual seria a melhor maneira de promover a qualidade de todo um sistema? Por onde começar? Qual produto-alvo?

O produto-alvo escolhido para darmos início ao PSQ de Portas e Janelas de Correr de Alumínio são as janelas de correr de alumínio para dormitórios e salas – as com 2 folhas de vidro e as com 3 folhas e com veneziana.

A escolha deste produto-alvo não foi ao acaso. Diversos fatores foram considerados para que se chegasse ao consenso de começar por aqui.

São analisadas pelo programa todas as folhas móveis, que possuem dimensões máximas de 1,50 x 1,20 m. Serão avaliadas as linhas dos produtos-alvo mais comercializadas ou as com bitola menor ou igual a 20 mm de cada fabricante.

Isso acontecerá mesmo que não respondam pelo maior volume de comercialização do fabricante. Assim, as linhas de produtos-alvo mais críticas em relação ao desempenho e segurança deverão ser avaliadas sempre.

Este produto-alvo representa as janelas mais utilizadas nas habitações e geralmente são instaladas em salas e quartos, isto é, áreas secas e onde as pessoas costumam permanecer por bastante tempo.

Assim, a estanqueidade à água, bem como o conforto sonoro destes produtos são imprescindíveis.

Além disso, as janelas de correr com 3 folhas com veneziana são as mais comercializadas em revendas de materiais de construção. O acompanhamento desta tipologia como produto-alvo é essencial para o combate à não conformidade.

Se conseguirmos normatizar o produto que mais representa nosso mercado – e este tipo de janela tem um peso muito grande na nossa produção -, certamente os demais produtos do setor tendem a acompanhar a melhoria de qualidade. Eles entram naturalmente no programa em um segundo momento, com a aderência de mais produto-alvo.

Um ponto importante que tem sido observado em diversas regiões do Brasil: os Códigos de Edificações e decretos municipais vêm exigindo vãos luz mínimos que não são atendidos pelas janelas de correr com 3 folhas com veneziana.

Nestas regiões, as construtoras estão utilizando, cada vez mais, janelas de correr com 2 folhas de vidro e persiana integrada. Avaliando esta situação, o Programa Setorial da Qualidade, tão logo tenha o histórico de conformidade dos primeiros produtos-alvo, passará a avaliar este produto e, posteriormente, todos os demais que integram nosso leque.